segunda-feira, 28 de julho de 2014

sábado, 26 de julho de 2014

Royals - Cup song version


A youtuber Sarah Stone (ahahahah xD faz-me lembrar alguém xD) faz diversos covers através da versão cup song do filme pitch perfect. O que acham? eu gostei! 
Passem pelo canal dela e vejam mais videos ;)

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Uma viagem de regresso à INFÂNCIA!

Recentemente vi dois filmes que achei belíssimos. Um, O Castelo Andante, em inglês Howl's Moving Castle, pela primeira vez e confesso que me apaixonei e o segundo, A Viagem de Chihiro, em inglês Spirited Away, um filme que relembro da minha infância...

O castelo Andante
A viagem de Chihiro
Vejam estes dois filmes muito bem classificados se puderem e vão ver que não se vão arrepender! :)

domingo, 20 de julho de 2014

Porque há músicas que expressam melhor o que sentimos...

Adriana Calcanhotto - Fico Assim Sem Você


"Eu conto pra poder te ver
Mas o relógio está de mal comigo"

Volta depressa por favor. Tenho saudades...

sábado, 19 de julho de 2014

Mudastea xD - IMPORTANTE!!!

Venho anunciar a minha "saída" da gerência deste blog... Mas calma, trata-se apenas de uma "saída" porque apenas vou trocar de mail.
De hoje em diante, a Chocolateira* passa a ser a Rapariga do Autocarro ;)
Somos a mesma pessoa, apenas com um e-mail diferente e especifico para o blog.
Estejam à-vontade de me contactarem, tentarei sempre responder-vos o quanto antes ;)

love.sex.and.chocolate@gmail.com


sexta-feira, 18 de julho de 2014

De um pai para a filha

Mas deve ser lido por todas as mulheres do mundo. E que este exemplo que o pai deu, seja seguido por todos os outros! Que não vejam as diferenças que têm mas sim aquilo que os torna iguais, o amor pela mulher que é, ao mesmo tempo, filha e esposa.


quarta-feira, 16 de julho de 2014

"Lisboa menina e moça" me espera!!!!

Vou passar 3 dias à capital!!!!

A esta hora devo estar a caminho e, apesar de saber que vou para formação de preparação do estágio, espero acima de tudo aproveitar!! Vou com amigos e espero divertir-me imenso! ;)

Até sexta meu belo PORTO!!!! :)

Lisboa Menina e Moça - Carlos do Carmo

segunda-feira, 14 de julho de 2014

sábado, 12 de julho de 2014

"We are all the same inside"

Este é o video da Burger King sobre o Proud Whopper.
Este hambúrguer foi vendido por um curto espaço de tempo e refere-se à  44ª parada gay anual de São Francisco que se realizou a 28 e 29 de Junho deste ano.
Quando o desembrulharam a surpresa foi reveladora para alguns...



domingo, 6 de julho de 2014

Perante isto, resmungo da vida sem razão!


Ao lerem a frase podem até não o perceber à primeira, mas deixem-me explicar...
Esta frase foi dita a um amigo meu por uma criança do IPO. 
Isto faz-me pensar em todas as vezes em que penso que a minha vida vai mal e como não me apercebo de que na realidade poderia estar bem pior.
A quem passa por esse bicho papão e a quem tem familiares ou amigos a passar por isso, que a força e coragem de o enfrentar, assim como a vontade de viver e de lutar, estejam sempre convosco. E que acima de tudo, a vida mude, mas desta vez para melhor!

sexta-feira, 4 de julho de 2014

quarta-feira, 2 de julho de 2014

A NOVA GERAÇÃO DE MULHERES Está Cá! Mas e os Homens estão preparados para nos receber?

Vale a pena ler:

"Às vezes me flagro imaginando um homem hipotético que descreva assim a mulher dos seus sonhos:
“Ela tem que trabalhar e estudar muito, ter uma caixa de e-mails sempre lotada. Os pés devem ter calos e bolhas porque ela anda muito com sapatos de salto, pra lá e pra cá.
Ela deve ser independente e fazer o que ela bem entende com o próprio salário: comprar uma bolsa cara, doar para um projeto social, fazer uma viagem sozinha pelo leste europeu. Precisa dirigir bem e entender de imposto de renda.
Cozinhar? Não precisa! Tem um certo charme em errar até no arroz. Não precisa ser sarada, porque não dá tempo de fazer tudo o que ela faz e malhar.
Mas acima de tudo: ela tem que ser segura de si e não querer depender de mim, nem de ninguém.”
Pois é. Ainda não ouvi esse discurso de nenhum homem. Nem mesmo parte dele. Vai ver que é por isso que estou solteira aqui, na luta.
O fato é que eu venho pensando nisso. Na incrível dissonância entre a criação que nós, meninas e jovens mulheres, recebemos e a expectativa da maioria dos meninos, jovens homens, homens e velhos homens.
O que nossos pais esperam de nós? O que nós esperamos de nós? E o que eles esperam de nós?
Somos a geração que foi criada para ganhar o mundo. Incentivadas a estudar, trabalhar, viajar e, acima de tudo, construir a nossa independência. Os poucos bolos que fiz na vida nunca fizeram os olhos da minha mãe brilhar como as provas com notas 10. Os dias em que me arrumei de forma impecável para sair nunca estamparam no rosto do meu pai um sorriso orgulhoso como o que ele deu quando entrei no mestrado. Quando resolvi fazer um breve curso de noções de gastronomia meus pais acharam bacana. Mas quando resolvi fazer um breve curso de língua e civilização francesa na Sorbonne eles inflamaram o peito como pombos.
Não tivemos aula de corte e costura. Não aprendemos a rechear um lagarto. Não nos chamaram pra trocar fralda de um priminho. Não nos explicaram a diferença entre alvejante e água sanitária. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
Mas nos ensinaram esportes. Nos fizeram aprender inglês. Aprender a dirigir. Aprender a construir um bom currículo. A trabalhar sem medo e a investir nosso dinheiro. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
Mas, escuta, alguém lembrou de avisar os tais meninos que nós seríamos assim? Que nós disputaríamos as vagas de emprego com eles? Que nós iríamos querer jantar fora, ao invés de preparar o jantar? Que nós iríamos gostar de cerveja, whisky, futebol e UFC? Que a gente não ia ter saco pra ficar dando muita satisfação? Que nós seríamos criadas para encontrar a felicidade na liberdade e o pavor na submissão?
Aí, a gente, com nossa camisa social que amassou no fim do dia, nossa bolsa pesada, celular apitando os 26 novos e-mails, amigas nos esperando para jantar, carro sem lavar, 4 reuniões marcadas para amanhã, se pergunta “que raio de cara vai me querer?”.
“Talvez se eu fosse mais delicada… Não falasse palavrão. Não tivesse subordinados. Não dirigisse sozinha à noite sem medo. Talvez se eu aparentasse fragilidade. Talvez se dissesse que não me importo em lavar cuecas. Talvez…”
Mas não. Essas não somos nós. Nós queremos um companheiro, lado a lado, de igual pra igual. Muitas de nós sonham com filhos. Mas não só com eles. Nós queremos fazer um risoto. Mas vamos querer morrer se ganharmos um liquidificador de aniversário. Nós queremos contar como foi nosso dia. Mas não vamos admitir que alguém questione nossa rotina.
O fato é: quem foi educado para nos querer? Quem é seguro o bastante para amar uma mulher que voa? Quem está disposto a nos fazer querer pousar ao seu lado no fim do dia? Quem entende que deitar no seu peito é nossa forma de pedir colo? E que às vezes nós vamos precisar do seu colo e às vezes só vamos querer companhia pra um vinho? Que somos a geração da parceria e não da dependência?
E não estou aqui, num discurso inflamado, culpando os homens. Não. A culpa não é exatamente deles. É da sociedade como um todo. Da criação equivocada. Da imagem que ainda é vendida da mulher. Dos pais que criam filhas para o mundo, mas querem noras que vivam em função da família.
No fim das contas a gente não é nada do que o inconsciente coletivo espera de uma mulher. E o melhor: nem queremos ser. Que fique claro, nós não vamos andar para trás. Então vai ser essa mentalidade que vai ter que andar para frente. Nós já nos abrimos pra ganhar o mundo. Agora é o mundo tem que se virar pra ganhar a gente de volta."


A negrito está aquilo que me pareceu o cerne da questão. Quem escreveu este texto pegou exactamente no nosso presente. E sabem que mais? Eu concordo com tudo, é preciso um verdadeiro Homem para aguentar com a fera que nos torna-mos. Somos tudo o que um Homem é, fazemos tudo o que ele faz, com a agravante de sermos mais sensiveis, usarmos saltos altos e ainda vivermos numa sociedade que afirma que a mulher vive (ou deveria viver) em função da família. Tal como se diz cada vez mais "Quando um homem diz que o lugar da mulher é na cozinha é porque provavelmente não sabe o que fazer com ela na cama."