segunda-feira, 27 de outubro de 2014

"Ser mãe a tempo inteiro"

Enquanto lia este artigo, sobre "Ser mãe a tempo inteiro" vieram-me várias questões:

  • espero que o termo "mãe a tempo inteiro" seja apenas uma forma de os leitores perceberem que as mãe ficam em casa a cuidar dos filhos e não uma crítica às mães que trabalham visto estas serem "mães em part-time".
  • é certo que poder acompanhar a par e passo o crescimento dos filhos é algo maravilhoso e que todas as mulheres/mães e homens/pais deveriam poder fazer mas por vezes a parte financeira não permite,
  • Apesar da bênção de ver um filho crescer sem perder qualquer momento da sua infância ficar em casa o dia todo significa que vamos ficar horas e horas fechadas, a fazer as tarefas domésticas, o que me leva a crer que não aguentaria uma semana. Enquanto eles são bebés é fácil porque eles estão sempre lá. Mas depois na primária, no 2º e 3º ciclo, eles não vão passar assim tanto tempo em casa, o que vamos andar a fazer?
  • Mas o auge da minha preocupação centra-se em: ELES CRESCEM! Um dia começam a namorar, arranjam emprego, casam e querem casa. O que faremos nesse dia? Passamos os dias entre cabeleireiros, ginásios, spas e compras?
Conclusão, amava ser mãe a tempo inteiro nos primeiros 4/5 anos de cada filho. Como quero ter 3, se tudo correr bem, ficaria em casa uns 10 anitos mais coisa menos coisa e depois como iria ocupar os meus dias? O ideal era assim que o mais novo entrasse na primária recomeçar a trabalhar, mas depois de tanto tempo fora do mercado de trabalho ser aceite num novo emprego não seria assim tão fácil.
É caso para dizer, há escolhas que só faremos quando as vivermos e espero que no dia em que vir aquele ser frágil nos meus braços, pese bem na balança e tome a decisão correcta, seja ela qual for.
Mas uma coisa é certa, serei sempre mãe a 200% quer trabalhe ou não!

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

As (Algumas) Praxes


E como ontem foi dia de Comboio de Caloiro das faculdades do Porto, deixo-vos um video dos caloiros da ESTSP que me agradou bastante.

A prova de que uma praxe não tem nem deve envolver violência de qualquer tipo e que muito mais do que ir a festas e apanhar grandes bebedeiras, praxe é ter uma família enorme, ter apoio, ter espírito de equipa e entreajuda, é amor à camisola - neste caso a academia - e honra nas cores, tanto nas que representam o curso (enquanto caloiros - neste caso amarelo e branco) como no preto que se veste enquanto doutores. Praxe é orgulho, é união, é alegria e convívio. Mais do que tudo, praxe é criticada, mas os média reúnem-se para mostrar as "más" praxes e nunca se esforçam a mostrar ao mundo que, da mesma força que Hitler e outros assassinos cometem as maiores barbaridades da humanidade, também doutores e veteranos realizam praxes que em nada combinam com o verdadeiro sentido e significado...

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Fiz a escolha certa?

Ás vezes pergunto-me como seria a minha vida se tivesse feito outra escolha. Como teria sido se tivéssemos tomado outra decisão? Se optássemos por outro futuro?
Ás vezes gosto de imaginar que seria perfeito e penso em toda a alegria que teríamos. Escolho esquecer a parte má desse futuro e imaginar a situação ideal. Não creio que fosse tudo um mar de rosas mas se calhar seria igualmente bom...
Fizemos a escolha certa? Abdicar do presente em função do futuro? Ou teremos agido num acto impulsivo e egoísta?


sábado, 18 de outubro de 2014

Deprimida ou Desmotivada?

Este fim-de-semana não sei bem o que se passa mas não ando com cabeça para nada. Parece que tudo me irrita, nada me cativa e até coisas que gosto imenso de fazer perdem o interesse.
Tenho de estudar, eu sei. Mas não tenho vontade nenhuma (neste momento pode-se dizer que há medida que x tende para infinito - ou seja a medida que o tempo passa e o fim-de-semana lá se vai - o meu y tende para menos infinito - ou seja a vontade de estudar é cada vez mais nula). Em econometria chama-mos a isto um limite assimptótico inferior...
E pronto, deve ser isso, miolos estorricados...
Sinto-me sem vontade de fazer nada, como se estivesse algo depressed mas então, estarei deprimida ou desmotivada a estudar???
Pelo menos de uma coisa estou certa, o mau-humor está a fazer-me um visita e já me parece demasiado prolongada...


quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Consome mas não te deixes consumir!

O título deste post é a sensação com que fiquei ao ver o seguinte video. Porque nós somos incapazes de deixar de consumir. Ou porque gostamos da marca, porque gostamos da roupa, porque nos sentimos bem com aquela peça ou até só porque precisávamos de comprar algo...
Mas os dados que este video mostram, as estatísticas e o que acontece no Canadá, são muito fortes e expressão uma preocupação latente! Cada vez mais os media influenciam quem devemos ser e como devemos ser, mas não podemos deixar que uma revista nos influencie! Podemos continuar a consumir mas devemos ter sempre sentido critico!

domingo, 12 de outubro de 2014

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Qual o pior vírus? Ébola ou Burrice/Insensibilidade Humana?

Meus docinhos, estou muito triste com uma noticia que ouvi hoje de manha na rádio e mais recentemente li no jornal SOL. Este é o titulo da noticia:

"Tribunal autorizou abate do cão da auxiliar espanhola com Ébola"

Pode ler-se na noticia:
"Um tribunal madrileno concedeu hoje autorização às autoridades sanitárias para que entrem na casa da auxiliar de enfermagem contagiada com o Ébola para abater o cão da mulher e do seu marido, que estão hospitalizados.
A autorização foi dada pelo tribunal Contencioso-Administrativo 1 de Madrid e permite que as autoridades entrem em casa, na localidade madrilena de Alcorcon, para retirar o cão, de nome Excalibur.
Equipas sanitárias foram ao local com uma caixa de vidro para transportar o animal que vai ser abatido num local não precisado, tendo cerca de 50 activistas de direitos dos animais estado concentrados em protesto na zona, que continua sob controlo policial.
Duas análises realizadas na segunda-feira confirmaram que a auxiliar de enfermagem Teresa Romero Ramos, de 44 anos, se tornou no primeiro caso de contágio com Ébola fora de África.
A mulher contagiada continua a receber tratamento experimental no Hospital Carlos III, em Madrid, nomeadamente soro híper-imune procedente da religiosa Paciência Melgar, que sobreviveu à doença em agosto.
O seu marido, Javier Limón, está na mesma unidade hospitalar, sob observação mas sem sintomas da doença e tem vindo a liderar uma campanha pelas redes sociais, apoiada por várias organizações de defesa dos direitos dos animais, para evitar a morte do cão.
Na terça-feira a Comunidade de Madrid ordenou o abate do cão por considerar que "representa um possível risco de transmissão da doença ao homem".
Em comunicado a Secretaria Regional de Saúde explica que o cão "vivia em estreito e permanente contacto" com a paciente, Teresa Romero ramos, de 44 anos e natural da Galiza, que está actualmente isolada a receber tratamento no Hospital Carlos III em Madrid, com o primeiro caso de contágio do vírus fora de África.
Na nota explica que segundo a informação científica disponível "existem dados que confirmam ter-se encontrado cães com anticorpos positivos do vírus do Ébola".
Assim, argumenta, "não existe garantia de que os animais infectados não eliminem o vírus através dos seus fluidos orgânicos, com o risco potencial de contágio", refere o comunicado.
O Governo regional de Madrid explica que a decisão foi tomada depois de contacto com as autoridades de saúde animal do Ministério da Agricultura, Alimentação e Ambiente e com o Director do Laboratório referência da Organização Mundial de Saúde Animal.
"A única forma de eliminar o risco existente de transmissão da doença pela citada via é proceder à eutanásia do animal que esteve em contacto com o vírus", refere.
Perante a recusa do dono de autorizar a eutanásia, o Governo regional emitiu uma resolução sobre o caso, que foi agora autorizada pelo Tribunal Contencioso-Administrativo-2, de Madrid, para abater o cão, procedendo depois à incineração do cadáver do animal.
A eutanásia, explica a nota, vai ser aplicada "mediante as medidas adequadas para evitar o seu sofrimento, utilizando as medidas de biossegurança e biocontenção adequadas a este risco".
Lusa/SOL


Sendo mesmo o dono do cão contra esta barbaridade não seria de esperar que a sua vontade fosse ouvida? Já que muitos tratam os animais como meros objectos que uma pessoa possui não deve o seu dono ser o responsável pelo seu futuro?
O pobre do animal ate pode não estar contagiado! Mas por via de duvidas mata-se! E sendo também o marido um animal que também não apresenta sintomas da doenças, mas que obviamente tinha contacto com a esposa, e provavelmente também frequente, se calhar o melhor é abaterem-no  também, pelas vias das dúvidas...
Deus me salve deste mundo!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 7 de outubro de 2014

A vida num retrato


Existem várias formas de arte e está é apenas mais uma. Não são usadas as mãos nem pincéis. Bastou um computador para a magia acontecer. Mas vos garanto, o mérito é de quem consegue realizar estas obras de arte.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

"I'm all about that bass"

Numa LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOONGA viagem para ir buscar o meu namorado, enquanto fazia zapping de estações de rádio deparei-me com esta música e digamos que animou a hora e meia de condução que me esperava pela frente xD


Para além de ter um ritmo que acho piada, a letra em si é interessante. Deixe-mos de lado a ideia do ideal corpo magro e aceitemos que cada pessoa tem a sua fisionomia e que não é isso que a torna feia, ou menos bonita.
Esta música tem gerado muito falatório em todo mundo. Uns apoiam o seu lado de que as mulheres que não vestem um numero pequeno têm "All the right junk in all the right places" ou seja que têm todas as coisas gostosas nos locais certos. Outros afirmam que é um insulto aos mais magros por causa da expressão "Skinny Bitches".
Eu acho que num mundo onde magreza extrema é beleza extrema, esta música vem abrir os olhos a muitas raparigas que procuram o corpo perfeito.
O videoclip? Podia estar melhor, mas continuo a adorar a música xD

quarta-feira, 1 de outubro de 2014