Vai dar trabalho, eu sei. E acima de tudo é um sonho tão gigante que dá medo de arriscar.
Vão ser fins de semana a trabalhar e não a ver filmes ou passear. vão ser momentos em que nos tornamos mestres em DIY, em bricolage e jardinagem, mesmo sem percebermos nada do assunto. Vamos ter horas a discutir assuntos infindáveis e com opções inúmeras até chegarmos a uma solução que irá resultar connosco.
São saídas que nunca existiram, festas a que nunca fomos, jantares que nunca fizemos.
Vai ser sacrifício e medo que algo corra mal, em conjunto com a certeza de que estaremos juntos para o que der e vier.
Está a chegar o dia! Vai ser nossa, independentemente do que vier será nossa. Com todo o trabalho e amor (e dinheiro obviamente) que tivermos para criar aquele que será o nosso cantinho.
Não vai ser top mas definitivamente vai ser o nosso lar
domingo, 4 de dezembro de 2016
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Onde é que ele acaba e eu começo?
Não somos dependentes um do outro mas fazemo-nos falta.
Não somos colados mas se pudessemos passavamos os dias colados.
É assustador (na positiva, obviamente) ver que falamos com os olhos, que copiamos inconscientemente os vicios, gestões e expressões um do outro.
É assustador teres alguém do teu lado que lê as tuas entrelinhas sem que tu sequer te esforces para mostrá-las.
É assustador quando dás por ti a ouvi-lo comentar uma auditoria tua e até acertar na nota final que lhe deste. É ainda mais assustador quando abro uma noticia relativa às estrelas michelin e reconheço nomes E CARAS dos chefes portugueses que ele mais fala.
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
"Little do you know how I'm breaking
While you fall asleep
Little do you know
I'm still haunted by the memories
Little do you know
I'm trying to pick myself up
Piece by piece
Little do you know I need a little more time"
While you fall asleep
Little do you know
I'm still haunted by the memories
Little do you know
I'm trying to pick myself up
Piece by piece
Little do you know I need a little more time"
It hurts everyday and I can't pretend that I'm ok, not today
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Nós + promoções!
Admito, há momentos em que me pergunto se realmente é saudade de te ter comigo ou se é do hábito de te ter do meu lado. Mas depois penso nas borboletas na barriga que ainda sinto ao fazer surpresa, no arrepio da minha pele em sentir o teu calor, nas músicas que oiço e que me fazem pensar só em ti. Penso em todas as vezes que estiveste lá quando apenas queria o silencio porque sentias que eu precisava de espaço mas também de sentir que alguém estava lá se precisasse. Penso nos ciúmes, nos risos, nas discussões que nos abalam a felicidade e nos momentos que a fortalecem.
Penso em nós e tenho a certeza. É amor, sempre foi. E vamos lutar para que sempre seja!
P.S. - Fico à espera do nosso momento romântico!
E já agora, amantes de restaurantes podem agora aproveitar o the fork fest em Lisboa e Porto! Os mesmos restaurantes por preços mais apetecíveis.
Penso em nós e tenho a certeza. É amor, sempre foi. E vamos lutar para que sempre seja!
P.S. - Fico à espera do nosso momento romântico!
E já agora, amantes de restaurantes podem agora aproveitar o the fork fest em Lisboa e Porto! Os mesmos restaurantes por preços mais apetecíveis.
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Há certos aspetos na minha vida que nem Deus entende
Sou Economista. Estou a tentar ser futuramente Mestre em Finanças.
Atualmente sou Auditora (social) e gostava de um dia enveredar nas Auditorias Financeiras.
No entanto o que verdadeiramente me apaixona é a pastelaria. As experiências e a parte criativa. A parte da decoração em que um alimento se transforma noutro "por magia", por criatividade e perícia obviamente.
Sempre gostei desde pequena, os doces sempre foram a minha praia. Não posso dizer que sou pasteleira, nem nada do género, porque sei que há conhecimentos da área que não possuo porque não estudei nada desse género. Mas o bichinho está cá e dou por mim a ver videos e a ler sobre o assunto quando acho que taxas de juro, leis, contabilidade é tudo uma seca e nem me perguntei sobre pessoas importantes no mundo das Finanças, no entanto se me perguntarem alguns chefs de cozinha ou alguns pratos sou capaz de responder.
Neste momento perguntam: se gostavas assim tanto disso porque não seguiste essa formação?
Na altura nem sequer pensei no assunto. Não sabia o que queria (e neste momento não é muito diferente), o que gostava é de algo do género do negócio dos meus pais (o bichinho da restauração cresceu em mim e comigo) mas todos me diziam (mesmo que indirectamente) que não era boa opção.
Continuo a dizer que escolher o que vou estudar depois do secundário, para me debruçar sobre isso o resto da vida, é uma tarefa demasiado complicada para alguém que na altura nem 18 anos tinha...
Tudo isto para dizer o quê? Nem eu sei o quero fazer e parece que Deus já está baralhado com tanta volta e reviravolta...
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Cão: familiar ou apenas um animal?
Eu sei que muitos não gostam que digam que cães são parte da família, ou que se diga que os cães são os nossos filhos.
Mas vamos lá ver: Imaginem por exemplo eu e a minha dálmata nascida em 2006.
Eu vi-a nascer. Eduquei-a com ajuda do resto da minha família. Cuidei dela quando estava doente, dei-lhe mimo quando ficava com medo dos foguetes, da trovoa ou do pesadelo que a acordou a chorar. Eu dei-lhe banho (com ajuda do meu irmão porque ela nunca achou piada à ideia). Dou-lhe de comer todos os dias e levo-a a fazer xixi. No inverno cubro-a com um cobertor velho porque um dia de chuva, quando fui a beira dela ela estava gelada, a tremer e a chorar. Desde esse dia, no inverno toda a família antes de se deitar verifica que ela está coberta.
Em compensação ela esteve lá quando eu quis desistir do secundário, ela esteve lá quando haviam discussões em casa. Ela esteve lá quando os meus avós faleceram e eu só precisava de chorar e de sentir que alguém me acompanhava em silêncio. Ela esteve lá com todas as brincadeiras nossas, com todos os bons momentos que pude e quis partilhar com ela.
Estamos juntas há quase dez anos e querem-me fazer acreditar que um ser humano que conhecemos e com quem mantemos uma relação, independentemente de não sermos do mesmo sangue, chamamos de amigo - a dita família que nós escolhemos - e um cão que divide 10 anos da sua vida contigo, que passa todos os momentos ao teu lado não o pode ser? Então e os laços criados? Não é amor? Não é amizade?
Mas entendam, nós cuidamos de um cão, das suas necessidades básicas, da sua segurança, saúde e conforto. Nós amamos os cães e preocupamo-nos quando eles não estão bem, quando fogem e não sabemos para onde. Não são filhos mas aquilo que nós fazemos por eles é o que um pai faz a um filho enquanto criança. Educa, ensina, ajuda, cuida. E quando eles forem velhinhos aí passam a ser os nossos pais. Porque sempre nos amaram incondicionalmente como qualquer pai faz, sempre estiveram lá nos bons e maus momentos. E agora, velhinhos, precisam de ajuda para subir as escadas, para ouvir, para comer. Como vêm um cão não é um filho, mas é família.
Hoje e sempre ♥
Mas vamos lá ver: Imaginem por exemplo eu e a minha dálmata nascida em 2006.
Eu vi-a nascer. Eduquei-a com ajuda do resto da minha família. Cuidei dela quando estava doente, dei-lhe mimo quando ficava com medo dos foguetes, da trovoa ou do pesadelo que a acordou a chorar. Eu dei-lhe banho (com ajuda do meu irmão porque ela nunca achou piada à ideia). Dou-lhe de comer todos os dias e levo-a a fazer xixi. No inverno cubro-a com um cobertor velho porque um dia de chuva, quando fui a beira dela ela estava gelada, a tremer e a chorar. Desde esse dia, no inverno toda a família antes de se deitar verifica que ela está coberta.
Em compensação ela esteve lá quando eu quis desistir do secundário, ela esteve lá quando haviam discussões em casa. Ela esteve lá quando os meus avós faleceram e eu só precisava de chorar e de sentir que alguém me acompanhava em silêncio. Ela esteve lá com todas as brincadeiras nossas, com todos os bons momentos que pude e quis partilhar com ela.
Estamos juntas há quase dez anos e querem-me fazer acreditar que um ser humano que conhecemos e com quem mantemos uma relação, independentemente de não sermos do mesmo sangue, chamamos de amigo - a dita família que nós escolhemos - e um cão que divide 10 anos da sua vida contigo, que passa todos os momentos ao teu lado não o pode ser? Então e os laços criados? Não é amor? Não é amizade?
Mas entendam, nós cuidamos de um cão, das suas necessidades básicas, da sua segurança, saúde e conforto. Nós amamos os cães e preocupamo-nos quando eles não estão bem, quando fogem e não sabemos para onde. Não são filhos mas aquilo que nós fazemos por eles é o que um pai faz a um filho enquanto criança. Educa, ensina, ajuda, cuida. E quando eles forem velhinhos aí passam a ser os nossos pais. Porque sempre nos amaram incondicionalmente como qualquer pai faz, sempre estiveram lá nos bons e maus momentos. E agora, velhinhos, precisam de ajuda para subir as escadas, para ouvir, para comer. Como vêm um cão não é um filho, mas é família.
Hoje e sempre ♥
domingo, 25 de setembro de 2016
O que realmente gostava
Eu gostava de não ser comparada com ela.
Gostava de ouvir de vez em quando o que ela ouve com frequencia.
Gostava de olhar para o espelho e sorrir ao ver o que ela vê.
Eu gostava de ser capaz do que ela é e, admito, de ter o que ela tem.
Não são ciumes, nem ganância. Nada disto é pouco saudável a não ser nos meus momentos de fraqueza.
Mas gostava mesmo de que olhassem para mim e sentissem o orgulho que sentem quando falam dela.
Gostava de ter feito outras escolhas na vida, escolhas que ela até foi capaz de fazer.
Ás vezes gostava de ter nascido com uma personalidade mais parecida com a dela.
Mas depois lembro-me.
O que eu gostava mesmo era que ela sentisse o que é ter uma mãe guerreira como a minha, o que é ter um irmão que não é mimado e que, apesar de querer mostrar tem um coração de pedra, daria qualquer coisa para me fazer feliz.
O que eu gostava mesmo é que ela sentisse que mesmo com o futuro totalmente virado do avesso, quando se ama dá-se um jeito e no final o amor ganha. - Por muito lamechas que possa parecer é assim, tem sido assim...
O que eu gostava realmente é que o mundo percebesse que a felicidade está acima de qualquer profissão, de qualquer "quanto pesas?", de qualquer tipo de personalidade que uma pessoa pode ter. Ser feliz vem sempre acompanhado de amor, independentemente da forma que este possa tomar.
Gostava de ouvir de vez em quando o que ela ouve com frequencia.
Gostava de olhar para o espelho e sorrir ao ver o que ela vê.
Eu gostava de ser capaz do que ela é e, admito, de ter o que ela tem.
Não são ciumes, nem ganância. Nada disto é pouco saudável a não ser nos meus momentos de fraqueza.
Mas gostava mesmo de que olhassem para mim e sentissem o orgulho que sentem quando falam dela.
Gostava de ter feito outras escolhas na vida, escolhas que ela até foi capaz de fazer.
Ás vezes gostava de ter nascido com uma personalidade mais parecida com a dela.
Mas depois lembro-me.
O que eu gostava mesmo era que ela sentisse o que é ter uma mãe guerreira como a minha, o que é ter um irmão que não é mimado e que, apesar de querer mostrar tem um coração de pedra, daria qualquer coisa para me fazer feliz.
O que eu gostava mesmo é que ela sentisse que mesmo com o futuro totalmente virado do avesso, quando se ama dá-se um jeito e no final o amor ganha. - Por muito lamechas que possa parecer é assim, tem sido assim...
O que eu gostava realmente é que o mundo percebesse que a felicidade está acima de qualquer profissão, de qualquer "quanto pesas?", de qualquer tipo de personalidade que uma pessoa pode ter. Ser feliz vem sempre acompanhado de amor, independentemente da forma que este possa tomar.
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