sexta-feira, 11 de novembro de 2016

"Little do you know how I'm breaking
While you fall asleep
Little do you know
I'm still haunted by the memories

Little do you know
I'm trying to pick myself up
Piece by piece
Little do you know I need a little more time"


It hurts everyday and I can't pretend that I'm ok, not today

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Nós + promoções!

Admito, há momentos em que me pergunto se realmente é saudade de te ter comigo ou se é do hábito de te ter do meu lado. Mas depois penso nas borboletas na barriga que ainda sinto ao fazer surpresa, no arrepio da minha pele em sentir o teu calor, nas músicas que oiço e que me fazem pensar só em ti. Penso em todas as vezes que estiveste lá quando apenas queria o silencio porque sentias que eu precisava de espaço mas também de sentir que alguém estava lá se precisasse. Penso nos ciúmes, nos risos, nas discussões que nos abalam a felicidade e nos momentos que a fortalecem.
Penso em nós e tenho a certeza. É amor, sempre foi. E vamos lutar para que sempre seja!

P.S. - Fico à espera do nosso momento romântico!

E já agora, amantes de restaurantes podem agora aproveitar o the fork fest em Lisboa e Porto! Os mesmos restaurantes por preços mais apetecíveis.


segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Há certos aspetos na minha vida que nem Deus entende

Sou Economista. Estou a tentar ser futuramente Mestre em Finanças. 
Atualmente sou Auditora (social) e gostava de um dia enveredar nas Auditorias Financeiras.
No entanto o que verdadeiramente me apaixona é a pastelaria. As experiências e a parte criativa. A parte da decoração em que um alimento se transforma noutro "por magia", por criatividade e perícia obviamente. 
Sempre gostei desde pequena, os doces sempre foram a minha praia. Não posso dizer que sou pasteleira, nem nada do género, porque sei que há conhecimentos da área que não possuo porque não estudei nada desse género. Mas o bichinho está cá e dou por mim a ver videos e a ler sobre o assunto quando acho que taxas de juro, leis, contabilidade é tudo uma seca e nem me perguntei sobre pessoas importantes no mundo das Finanças, no entanto se me perguntarem alguns chefs de cozinha ou alguns pratos sou capaz de responder.

Neste momento perguntam: se gostavas assim tanto disso porque não seguiste essa formação? 
Na altura nem sequer pensei no assunto. Não sabia o que queria (e neste momento não é muito diferente), o que gostava é de algo do género do negócio dos meus pais (o bichinho da restauração cresceu em mim e comigo) mas todos me diziam (mesmo que indirectamente) que não era boa opção.

Continuo a dizer que escolher o que vou estudar depois do secundário, para me debruçar sobre isso o resto da vida, é uma tarefa demasiado complicada para alguém que na altura nem 18 anos tinha...

Tudo isto para dizer o quê? Nem eu sei o quero fazer e parece que Deus já está baralhado com tanta volta e reviravolta...


quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Cão: familiar ou apenas um animal?

Eu sei que muitos não gostam que digam que cães são parte da família, ou que se diga que os cães são os nossos filhos.
Mas vamos lá ver: Imaginem por exemplo eu e a minha dálmata nascida em 2006.
Eu vi-a nascer. Eduquei-a com ajuda do resto da minha família. Cuidei dela quando estava doente, dei-lhe mimo quando ficava com medo dos foguetes, da trovoa ou do pesadelo que a acordou a chorar. Eu dei-lhe banho (com ajuda do meu irmão porque ela nunca achou piada à ideia). Dou-lhe de comer todos os dias e levo-a a fazer xixi. No inverno cubro-a com um cobertor velho porque um dia de chuva, quando fui a beira dela ela estava gelada, a tremer e a chorar. Desde esse dia, no inverno toda a família antes de se deitar verifica que ela está coberta.
Em compensação ela esteve lá quando eu quis desistir do secundário, ela esteve lá quando haviam discussões em casa. Ela esteve lá quando os meus avós faleceram e eu só precisava de chorar e de sentir que alguém me acompanhava em silêncio. Ela esteve lá com todas as brincadeiras nossas, com todos os bons momentos que pude e quis partilhar com ela.
Estamos juntas há quase dez anos e querem-me fazer acreditar que um ser humano que conhecemos e com quem mantemos uma relação, independentemente de não sermos do mesmo sangue, chamamos de amigo - a dita família que nós escolhemos - e um cão que divide 10 anos da sua vida contigo, que passa todos os momentos ao teu lado não o pode ser? Então e os laços criados? Não é amor? Não é amizade?
Mas entendam, nós cuidamos de um cão, das suas necessidades básicas, da sua segurança, saúde e conforto. Nós amamos os cães e preocupamo-nos quando eles não estão bem, quando fogem e não sabemos para onde. Não são filhos mas aquilo que nós fazemos por eles é o que um pai faz a um filho enquanto criança. Educa, ensina, ajuda, cuida. E quando eles forem velhinhos aí passam a ser os nossos pais. Porque sempre nos amaram incondicionalmente como qualquer pai faz, sempre estiveram lá nos bons e maus momentos. E agora, velhinhos,  precisam de ajuda para subir as escadas, para ouvir, para comer. Como vêm um cão não é um filho, mas é família.

Hoje e sempre ♥

domingo, 25 de setembro de 2016

O que realmente gostava

Eu gostava de não ser comparada com ela.
Gostava de ouvir de vez em quando o que ela ouve com frequencia.
Gostava de olhar para o espelho e sorrir ao ver o que ela vê.
Eu gostava de ser capaz do que ela é e, admito, de ter o que ela tem.
Não são ciumes, nem ganância. Nada disto é pouco saudável a não ser nos meus momentos de fraqueza.
Mas gostava mesmo de que olhassem para mim e sentissem o orgulho que sentem quando falam dela.
Gostava de ter feito outras escolhas na vida, escolhas que ela até foi capaz de fazer.
Ás vezes gostava de ter nascido com uma personalidade mais parecida com a dela.
Mas depois lembro-me.
O que eu gostava mesmo era que ela sentisse o que é ter uma mãe guerreira como a minha, o que é ter um irmão que não é mimado e que, apesar de querer mostrar tem um coração de pedra, daria qualquer coisa para me fazer feliz.
O que eu gostava mesmo é que ela sentisse que mesmo com o futuro totalmente virado do avesso, quando se ama dá-se um jeito e no final o amor ganha. - Por muito lamechas que possa parecer é assim, tem sido assim...
O que eu gostava realmente é que o mundo percebesse que a felicidade está acima de qualquer profissão, de qualquer "quanto pesas?", de qualquer tipo de personalidade que uma pessoa pode ter. Ser feliz vem sempre acompanhado de amor, independentemente da forma que este possa tomar.


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Nós com 23 anos...

The Brain on 23 

"We are the 23-year-olds. We are the ones squirming in our chairs at the office because we still feel awkward in our grown-up clothes. We strut through city streets with eyes cast toward our screens, desperately seeking any source that will tell us the decisions we've made are valid. We work hard in jobs we aren't sure we want to make those fancy degrees feel worth it, and we date people we aren't sure we love to make everything feel less lonely.
We spend hours drinking wine on apartment floors, promising one another that those who broke our hearts will not own us forever. We zone out in grad school classrooms or type away in junior offices or teach English in Rwanda, all the while wondering if we are supposed to be somewhere else.
We are 23, and hangovers hurt now. Most of our conversations these days center on assuring one another we are going to be okay. We are proud of each other but hard on ourselves. When a friend does something as simple as cooking a food more complex than pasta, we applaud her, yet we berate ourselves for not yet having a corner office or a bestselling memoir or a thriving startup.
We dance all night to Taylor Swift because she understands. We love who we want, and we hate labels. We are not in college anymore, and we've just become too old to crash their parties. Everyone we know no longer lives on the same block, and we long for the days of running back and forth between houses at 1 a.m. We have few obligations, yet we are always stressed, wondering if life will ever be more certain.
Our breakups never end because social media keeps reminding us of our exes. Even when we block them or unfriend them, their names are bound to pop up on our news feeds below pictures they've liked, and their faces assault us when mutual friends post albums. We hate online dating, but we all do it because it feels like the only way. We spend as much time swiping on Tinder as we do with actual human beings.
We are 23, and we constantly try to tell ourselves to stop complaining and enjoy our youth. Life isn't really that bad. We have our families, our friends and our health. We are young and vibrant and the world is ours. We are closer to our parents than the 23-year-olds who came before us, and many of us are lucky enough to still have their support. We have the time to go to bars and be with friends. We get to party and work and not worry about others depending on us. Yet all this fear remains, and it melts us into pessimists. Because life is pretty good, and still we can't stop worrying. So we worry even more about what will happen to us when there are real things to worry about.
We hear the grown-ups urge us to calm down. They tell us it will all fall into place, that if they could give advice to their younger selves it'd be to send the butterflies away and have a good time before age catches up with us. We hear them say these things, but we don't believe them. Things don't just fall into place. We have to put them there, and we feel like every second we spend streaming movies from our bedrooms is a second we are not putting ourselves out there. Yet we stream on.
We waste time the same way we did in college, only now doing so makes us uncomfortable. We are at the point in our lives where we have realized the futility of sitting around watching Gilmore Girls episodes we've seen one hundred times, but we lack the resources and maturity to actually do something to change that. We are too old to go out every night, but we are too young to stay in and do nothing. We want to be more productive and live a more worthwhile existence, but we haven't quite figured out how. We don't yet have children or spouses or secure jobs or whatever it is that would make us feel like we had more of a reason to live. We don't necessarily want those things, but we do want something. So we sit in this limbo, wishing there was something less worthless to do than watch Luke and Lorelei argue over coffee, yet continuing to do it while the butterflies flutter around our stomachs.
We are 23, and even though we are worried all the time, we still don't want to get older. We never want to reach the point where we cannot be considered kids, even though the studies we read say people are actually happier in their 30s. Because we may be scared, but we are still 23, and boy do we have fun.We try to stop punishing ourselves for not becoming the next Lena Dunhams and Mark Zuckerbergs, but we overlook the fact that they are the exception to the rule of 23. Because for most of us, at 23 life detonates as we suddenly forget why we chose that major or moved to this city or loved that person. All we want is to understand who we are, and we can't. Only time will tell us."

By: Molly Sprayregen

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Há que definir prioridades. Mas será que as definiste bem?

Muitas vezes perguntam-se o que quero ser, o que quero seguir após a faculdade. Obviamente entendo o significado da questão mas muitas vezes apetece dizer que o que quero é ser feliz. Porque basicamente é isso não é?
O que importa se estou na maior empresa do mundo no ramo x ou se sou empregada de mesa?
O que importa é chegar a casa, cansada ou não, e pensar que amanhã há mais e que isso afinal não é mau de todo. Chegar a casa e ser recebida com montes de lambidelas e histéricas cadelas a pular e a correr como se não me vissem há 4 anos, quando apenas sai há umas horas atrás.
O que eu quero é ver o sorriso de quem amo ao ver-me chegar, sentir as coisas boas e vivê-las intensamente. Quero o típico conto de fadas de um amor eterno e uma casa cheia de mini-eu e mini-ele. É o quero e é o que me fará feliz. Não é o que todos precisam para ser feliz mas é o que me fará feliz.
Importa se ganho 500€ ou 5000€? Não, faz diferença claro no modo de vida mas não é o que me chateia à noite nem o que faça diferença no modo de viver. Porque sempre fui habituada a viver com pouco e sempre fui feliz. Tinha uma família especular e isso superava qualquer brinquedo ou roupa de marca.
Vejo muitas vezes o dinheiro reprimir outras coisas que, na minha opinião seriam mais importantes e custa-me. Sei que devemos tentar sempre ter uma vida melhor mas não podemos fazer disso a nossa meta de vida. Temos de definir prioridades mas será que andamos a defini-las bem?'