terça-feira, 4 de novembro de 2014

Vejam quem dança!!!!!!


Yup, Brad Pitt  e Jimmy Fallon aparecem no video.
Quem dança? Os duplos xD

Mas não deixa de ser engraçado :P

sábado, 1 de novembro de 2014

A dor de perder alguém...

Existe algo na vida menos inevitável do que a morte? Apanha ricos e pobres, crianças, jovens, adultos e idosos, com ou sem abrigo, como ou sem amigos, os que praticam o bem e os que se aliam ao mal... Todos acabam com o mesmo destino. E haverá alguém neste mundo que nunca tenha vivido a dor de perder alguém????
Mas a vida é mesmo assim... Feita de saudades daqueles que amamos e que já partiram. Com a experiência (obviamente forçada porque nunca ninguém quer perder definitivamente alguém que ama) descobri várias coisas e cheguei a várias conclusões. 
Uma delas é que nunca reagimos e choramos da mesma forma por pessoas diferentes. Umas apanham-nos de surpresa com a sua partida e outras vão dando "dicas" de que cada vez mais o fim está próximo. Umas levam connosco o nosso sorriso de criança e todos os sonhos e fantasias e outras levam-nos o coração e alma. Tudo depende da relação mantida e não de quanto amamos essa pessoa mas de como a amamos.
Para muitas pessoas a perda não leva só alguém que era muito importante mas também a fé, a religião. Deixamos de acreditar em Deus, nas suas palavras e achamos hipócritas aqueles que as proferem como se fossem a maior relíquia do mundo. A dor é tanta que não acreditamos mais na salvação da alma e passamos a ver a morte como um fim e o "ir para debaixo da terra" como o principio do esquecimento da vida dessa pessoa.
Mas esta é a perspectiva negativa da morte - a perda de um mundo. Muitas vezes nos esquecemos porque estamos mais ocupados com a dor do último adeus, mas não é realmente importante se comparecemos no funeral, no cemitério ou se apenas ganhamos coragem para isso anos depois... O importante é que os amemos em vida mas! Mas aqui fica um conselho:
No dia em que ganhares coragem para ir ver a campa do teu ente querido, quando olhares para a fotografia, deves esquecer o corpo feito de ossos debaixo da terra e relembrar os seus talentos, os seus gestos, as suas falas mais comuns, os momentos de riso que partilharam e os de carinho também. Relembrar todos os bons momentos e a felicidade dessa pessoa quando te via porque te amava. Nesse dia podes chorar à-vontade. Mas lembra-te, chora por saudade, por amor, por falta daqueles gestos simples que agora parecem tudo. Nunca penses no que se passa agora, relembra apenas o quão bom foi ter conhecido essa pessoa, ter partilhado momentos com ela e vais ver que, apesar da dor de não a teres contigo, te vais sentir feliz teres tido a oportunidade de conhecer uma pessoa que fará para sempre parte da tua vida, memória e, especialmente, do teu coração!
FORÇA! Perder alguém querido custa imenso, mas aprendi que o importante é relembrar tudo de bom que passaram juntos e não a perda. Porque ninguém é eterno e é isso que devemos ter em mente quando pensamos na morte. Mas mais importante que pensar na morte, é pensar em quão feliz fomos com a pessoa que acabamos de perder,
Beijinhos muito docinhoS*
♥ Amo-vos avôs e avó ♥

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

"Ser mãe a tempo inteiro"

Enquanto lia este artigo, sobre "Ser mãe a tempo inteiro" vieram-me várias questões:

  • espero que o termo "mãe a tempo inteiro" seja apenas uma forma de os leitores perceberem que as mãe ficam em casa a cuidar dos filhos e não uma crítica às mães que trabalham visto estas serem "mães em part-time".
  • é certo que poder acompanhar a par e passo o crescimento dos filhos é algo maravilhoso e que todas as mulheres/mães e homens/pais deveriam poder fazer mas por vezes a parte financeira não permite,
  • Apesar da bênção de ver um filho crescer sem perder qualquer momento da sua infância ficar em casa o dia todo significa que vamos ficar horas e horas fechadas, a fazer as tarefas domésticas, o que me leva a crer que não aguentaria uma semana. Enquanto eles são bebés é fácil porque eles estão sempre lá. Mas depois na primária, no 2º e 3º ciclo, eles não vão passar assim tanto tempo em casa, o que vamos andar a fazer?
  • Mas o auge da minha preocupação centra-se em: ELES CRESCEM! Um dia começam a namorar, arranjam emprego, casam e querem casa. O que faremos nesse dia? Passamos os dias entre cabeleireiros, ginásios, spas e compras?
Conclusão, amava ser mãe a tempo inteiro nos primeiros 4/5 anos de cada filho. Como quero ter 3, se tudo correr bem, ficaria em casa uns 10 anitos mais coisa menos coisa e depois como iria ocupar os meus dias? O ideal era assim que o mais novo entrasse na primária recomeçar a trabalhar, mas depois de tanto tempo fora do mercado de trabalho ser aceite num novo emprego não seria assim tão fácil.
É caso para dizer, há escolhas que só faremos quando as vivermos e espero que no dia em que vir aquele ser frágil nos meus braços, pese bem na balança e tome a decisão correcta, seja ela qual for.
Mas uma coisa é certa, serei sempre mãe a 200% quer trabalhe ou não!

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

As (Algumas) Praxes


E como ontem foi dia de Comboio de Caloiro das faculdades do Porto, deixo-vos um video dos caloiros da ESTSP que me agradou bastante.

A prova de que uma praxe não tem nem deve envolver violência de qualquer tipo e que muito mais do que ir a festas e apanhar grandes bebedeiras, praxe é ter uma família enorme, ter apoio, ter espírito de equipa e entreajuda, é amor à camisola - neste caso a academia - e honra nas cores, tanto nas que representam o curso (enquanto caloiros - neste caso amarelo e branco) como no preto que se veste enquanto doutores. Praxe é orgulho, é união, é alegria e convívio. Mais do que tudo, praxe é criticada, mas os média reúnem-se para mostrar as "más" praxes e nunca se esforçam a mostrar ao mundo que, da mesma força que Hitler e outros assassinos cometem as maiores barbaridades da humanidade, também doutores e veteranos realizam praxes que em nada combinam com o verdadeiro sentido e significado...

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Fiz a escolha certa?

Ás vezes pergunto-me como seria a minha vida se tivesse feito outra escolha. Como teria sido se tivéssemos tomado outra decisão? Se optássemos por outro futuro?
Ás vezes gosto de imaginar que seria perfeito e penso em toda a alegria que teríamos. Escolho esquecer a parte má desse futuro e imaginar a situação ideal. Não creio que fosse tudo um mar de rosas mas se calhar seria igualmente bom...
Fizemos a escolha certa? Abdicar do presente em função do futuro? Ou teremos agido num acto impulsivo e egoísta?


sábado, 18 de outubro de 2014

Deprimida ou Desmotivada?

Este fim-de-semana não sei bem o que se passa mas não ando com cabeça para nada. Parece que tudo me irrita, nada me cativa e até coisas que gosto imenso de fazer perdem o interesse.
Tenho de estudar, eu sei. Mas não tenho vontade nenhuma (neste momento pode-se dizer que há medida que x tende para infinito - ou seja a medida que o tempo passa e o fim-de-semana lá se vai - o meu y tende para menos infinito - ou seja a vontade de estudar é cada vez mais nula). Em econometria chama-mos a isto um limite assimptótico inferior...
E pronto, deve ser isso, miolos estorricados...
Sinto-me sem vontade de fazer nada, como se estivesse algo depressed mas então, estarei deprimida ou desmotivada a estudar???
Pelo menos de uma coisa estou certa, o mau-humor está a fazer-me um visita e já me parece demasiado prolongada...